CONFISSÃO
paulaloureiro @ 23:09

Gosto de ti.
Desde quando, não sei.
Talvez desde o dia em que te conheci!
Ou mais tarde, quem sabe!?
Não me perguntes que espécie de amor é este,
que me fez esquecer todos os ensinamentos
gravando no papel pensamentos,
de uma estranha num corpo e alma
que pensava conhecer.
Não me perguntes se um dia te vou esquecer.
Vivo o presente sem futuro
com o pensamento num passado
que guardei só para mim.
As palavras chegam sem que as consiga evitar.
Escrevo-as para me lembrar
dos tempos que passei
dos dias em que no papel confiei
para as minhas mágoas desabafar.
Não quero esquecer as palavras doces que li,
do tudo e do nada que vivi!
O passado é meu, o futuro nada será.
O presente é o que vive em mim
e que nem sempre posso clarificar.
Sei que não te quero deixar,
que este amor não quero perder,
porque desde quando não sei
vivo apaixonada pelas palavras
no desejo de as escrever.
Paula Loureiro

Do Melhor
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Comentários(2) »
Joellira — 07-11-2007 - 10:46:03 GMT 1
Não há ninguém que não tenha uma confissão a fazer, seja ela quall seja!
Há palavras que moram dentro de nós desde criança que ainda não encontraram respostas à nossa inquietude, que nos embebedam em palavras mágicas quiça impossiveis de serem satisfeitas em vida! Todavia, eu agora sou eu que confesso,
tambem tenho confissões a fazer sobre o que tu escreveste nesta CONFISSÃO:
Algumas delas já o mundo sabe, porém, outras existem somente nos segredo dos Deuses!!!
catarina — 19-06-2008 - 18:24:20 GMT 1
adorei o teu texto..a maneira como escrever..nao sei bem dizer so te digo que está o maximo mts parabens continua
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